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Conheça o Centro Cultural de Capoeira Águia Branca

Por Vinícius Silva.

O Ponto de Cultura “Capoeira para todos – Gingando contra a exclusão”, tem sua sede principal no Centro Cultural de Capoeira Águia Branca (CCCAB). Conta com a participação de profissionais e atende aproximidamente 120 pessoas entre elas crianças, jovens e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, portadores de necessidades especiais e ainda o público da terceira idade, um público diferenciado englobando todas as faixas etárias e grupos especiais com projetos extremamente benéficos que trabalham o indivíduo como um todo em um contexto biopsicosocial. São oferecidas oficinas de Capoeira, informática, confecção artesanal de instrumentos e percussão em ritmos afro.
Ubiracy Galvão Borges, conhecido como mestre Café, recorda que o Grupo de Capoeira Águia Branca surgiu na cidade de Uberaba em 1982. Em 1994, transformou-se em Centro Cultural de Capoeira Águia Branca e em 2003 foi devidamente registrado. Oferece à comunidade além das atividades culturais e esportivas, informações sobre os mais variados assuntos da atualidade, palestras educativas, assistência familiar, buscando integrar as famílias, entre si, com a instituição e com a escola, procurando ainda atender as demandas, as carências da comunidade detectadas através de um prévio diagnóstico.
“O Ponto de Cultura é sem dúvida uma grande oportunidade para o Centro Cultural. Poderemos adquirir novos equipamentos que serão muito úteis, remunerar o trabalho de voluntários que merecem esse reconhecimento e com isso ampliaremos os horários de atendimento, triplicaremos o número de beneficiados e conseguiremos continuar realizando o principal objetivo da instituição: promover a formação social e a inclusão de grupos menos privilegiados”, explica Mestre Café, presidente do CCCAB.
A Capoeira tem como obejtivo proporcionar ao praticante corpo e mente saudáveis, trabalhar a musculatura de forma natural, estimular a criação de um autoconceito positivo, oferecer conseqüentemente autoconfiança e segurança, aumentar a concentração, promover a socialização do indivíduo, diminuindo o risco do uso de drogas e álcool e as demais oficinas possibilitar o engajamento do indivíduo no mercado de trabalho, tendo em vista que funcionam como cursos profissionalizantes e oferecem grandes oportunidades em profissões alternativas e em tecnologia.
Nos eventos promovidos pela instituição a entrada é cobrada alimentos não perecíveis ou caixas de leite que são doados a instituições de caridade ou montadas cestas básicas e doadas para a comunidade local.

Para mais informações: centroculturalaguiabranca@hotmail.com<mailto:centroculturalaguiabranca@hotmail.com>
 

Ponto de Cultura: Projeto Beira da Estrada

Por Vinícius Silva

O Projeto Beira da Estrada trabalha com a família como um todo na busca de melhoria para os que são do campo, como a erradicação do analfabetismo, capacitação de produção e artesanal, inclusão digital, educação artística e musical, educação ambiental, formação para prestadores de serviço, melhoria do hábitat a partir das edificações e profissionalização remunerada. Trata-se de um complexo turístico de lazer, recreação e educação, tendo por perfil o resgate cultural mineiro e ambiental. Está localizado em grande área verde onde se misturam fauna, flora, frutos e espelhos d’águas, na Fazenda Calafate a 12 km de Uberaba e Uberlândia, na BR 050. O público alvo do projeto são famílias rurais de Uberaba e demais usuários da BR 050, por onde circulam aproximadamente 12 mil pessoas diariamente. Conta atualmente com instrutores artesanais, professores na área de educação e parceria com arquitetos da UNICAMP em Bioconstrução. “A bioconstrução torna-se uma modalidade de educação ambiental sustentável, com o foco de inserção no mercado de trabalho e conseqüentemente a melhoria da qualidade de vida das famílias do campo, tal processo permite que trabalhadores rurais continuem no campo e agreguem renda com a prestação se serviços”, justifica Maria Tereza Dorça de Oliveira, idealizadora e coordenadora do Projeto Beira da Estrada. A visibilidade do projeto se dá por meio da localização estratégica do mesmo, bem como na mídia local e regional. Quanto à sustentabilidade se dá através do comércio de produtos e serviços, tais como: gastronomia, fabricações artesanais e arte popular mineira.

Conheça o Projeto Beira da Estrada:

Escritório: Rua Segismundo Mendes, 79 – Centro – Uberaba-MG

Sede: Fazenda Calafate BR 050 – KM 155

Telefones: (34) 9174-7129 / 9229-1313

beiradaestrada@hotmail.com

Conheça o Projeto Cordas do Cerrado
Por Vinícius Silva.
Fotos: Amaranta Roqueti.

Desde a década de 80 várias tentativas foram feitas de se criar uma Orquestra em Uberaba. A partir dessa preocupação com a preservação ambiental e patrimônio natural, é que surgiu o Ponto de Cultura Cordas do Cerrado com realização do TEU – Teatro Experimental de Uberaba e apoio do Ministério da Cultura e Fundação Cultural de Uberaba. São ministradas oficinas de música gratuitas para instrumentos de cordas friccionadas (violino, viola, violoncelo e contra-baixo acústico), oficinas de informática e criação de site da entidade, oficinas e palestras sobre sustentabilidade ambiental para alunos das redes públicas e privadas de ensino, estudantes de música de todas as idades e simpatizantes.
“A valorização dos artistas locais, a oportunização de aprendizes ao ingresso no mercado de trabalho, a integração à Rede dos Pontos de Cultura em nível nacional, a facilitação com parceiros e apoiadores, são alguns dos itens a ser destacados e que vem como grande incentivo à continuação de nossos projetos”, ressalta Carlos Perez, presidente do TEU, músico e produtor cultural. O projeto visa a divulgação da obra de músicos e escritores, maior valorização da cultura do cerrado (indígena, flora e fauna, artesanato, turismo), utilizando-se de ferramentas cênicas. A orquestra apresenta-se em instituições sociais, escolas, teatros, parques, praças e  área rural. “O Poder Público está fazendo a parte dele com apoio financeiro e manutenção da sede própria do TEU. Necessitamos, no entanto de nossos representantes políticos e empresários a doação de um veículo para transporte da equipe do projeto e da aparelhagem de som nas visitas às instituições”, explica o coordenador do projeto. Diretamente estima-se atingir 25 aprendizes na Orquestra de Cordas do Cerrado, incluindo empréstimo de instrumentos e ajuda no vale estudantil e indiretamente pretende-se atingir 5000 pessoas.

Maiores informações:
TEU – Teatro Experimental de Uberaba, localizado à Rua Padre Zeferino 988, Fabrício ou pelo e-mail: teu.uberaba@hotmail.com.
Confira as novidades no blog: http://teuberaba.blogspot.com

CONHEÇA A ONG INSTITUTO CURUPIRA

Por Vinícius Silva
O Projeto Arte Sustentável teve início em 2009 com a coordenação da ONG Instituto Curupira e surgiu da idéia de que nem tudo que jogamos fora é “lixo”, isto é, existem muitos materiais que além de poderem ser reciclados podem se transformar em artesanato ecológico, como brincos de PET, colares de revista, porta treco de latas, cestas de jornal, colares e acessórios de retalhos de tecido. Além de realizar oficinas através de materiais recicláveis, o objetivo é despertar o interesse na comunidade sobre o reaproveitamento destes materiais na confecção de artesanato trazendo benefícios ao meio ambiente e para a sociedade, possibilitando as famílias carentes com nova fonte de renda a partir da fabricação dos produtos. É realizado no CENTROHERD, clinica de recuperação para dependentes físicos e psicológicos, mas já foi executado em centros espíritas, associações de bairro e escolas estaduais.
“O projeto em si tem ação transformadora dentro da sociedade, isto se certifica através das oficinas de reciclagem, onde se aborda temas como a minimização dos resíduos sólidos dentro dos princípios da educação ambiental, despertando a criatividade e interesse dos participantes que se tornam multiplicadores ao passar o conhecimento adquirido, além de preservar o meio ambiente”, ressalta Aline Claro de Oliveira, estudante de Engenharia Ambiental e integrante do projeto.
Conta com a participação de voluntários graduandos e graduados dos cursos superiores de Engenharia Ambiental, Engenharia Agronômica, Ciências Biológicas, Química, Geografia e Tecnologia da Informação. O projeto já beneficiou cerca de 300 pessoas e estima-se dobrar até o final do ano com novas parcerias. O Instituto Curupira completou um ano de fundação neste ano e foi cadastrada como entidade ambientalista nacional no CNEA, órgão do CONAMA.
“Os problemas financeiros às vezes nos impedem de ampliarmos nossos projetos, mas eles não deixam de ser realizados mesmo que em pequena escala. Estamos precisando de novos voluntários para áreas de reflorestamento, alfabetização e aulas de informática”, afirma.
Para conhecer melhor a ONG Instituto Curupira, acesse: http://www.institutocurupira.org/blog

 Conheça a CAU
Por Vinícius Silva

A CAU – Cúpula de Áudiovisual de Uberaba, com apoio da Fundação Cultural de Uberaba, viabiliza projetos, sessões gratuitas e intercâmbio entre profissionais ligados à comunicação. O objetivo é ampliar a visão da população acerca do áudiovisual em Uberaba. “Fazemos divulgação das produções locais, visando à formação de plateias e espaços públicos na cidade”, explica Metus Barros, estudante de Jornalismo e presidente da CAU.
O projeto conta com cinco subprojetos:
 – Comunica.Doc e Cine Brasil consistem na exibição de documentários e filmes nacionais respectivamente, acompanhados de palestras, debates e discussões sobre a temática abordada, em espaço destinado ao público acadêmico, é voltado para a formação extraclasse dos alunos da Universidade de Uberaba.
– Momento Regional consiste na exibição e premiação de produções cinematográficas, curta metragens e documentários independentes do Triângulo Mineiro e região, acontece no Anfiteatro Cecília Palmério na cidade de Uberaba.
– Super Telona e Cine Clube Uberaba consistem na aparesentação de filmes contemporâneos e filmes consagrados pela crítica nacional e internacional respectivamente com sessões especiais em espaço público no Cine Teatro Vera Cruz.
“A proposta dos projetos se justifica diante da grande dificuldade das pessoas, principalmente dos acadêmicos em entender a importância do audiovisual na preparação e percepção ética dos conceitos sociais”, afirma Mateus.

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